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Projeto Acolher atende na rua a dependentes químicos e migrantes sem destino certo em Porto Velho

Segundo a gerente de Tratamento, psicóloga Dioneia Martins Marinho, o programa tem 14 meses de atividades, e neste período atendeu a cerca de 700 pessoas, numa média de 50 por mês.

“Às vezes tem mais gente, às vezes tem menos, nesta abordagem noturna. Assim, nossa equipe multidisciplinar obteve experiência e vem se fortalecendo pelo voluntariado que socorre pessoas em situação de risco pessoal e social”, ela explicou.

“A sensibilidade à adesão é a parte importante a comemorar”, afirmou a assistente social, Lídia Barbosa.

“No dia seguinte ao preenchimento da ficha, a gente se entristece com aqueles que perdem oportunidades, mas nos alegramos com os que ficam à disposição de grupos terapêuticos, aprendendo ou desenvolvendo talentos musicais”, observou Norma Reis, integrante da equipe da Gerência de Tratamento.

Todos os que passam pelo programa têm a chance da reinserção. A equipe articula o atendimento completo na rede de serviços socioassistenciais.

Motivos

Pesquisa nacional sobre a população em situação de rua apontou em 2008 o alcoolismo e drogas como principais motivos de doença para 35% dos entrevistados.

O desemprego foi a causa para 29,8%, e 29,1% buscaram a rua por desavenças com pai/mãe/irmão. Dos entrevistados, 71,3% citaram um desses três motivos, que podem estar relacionados ou um ser consequência do outro.

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