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Profissionais de Inteligência se reúnem em Porto Velho

Profissionais do setor de Inteligência da Polícia Civil participam desde segunda (24) a sexta-feira do 2º Encontro do Sistema Estadual de Inteligência de Segurança Pública de Rondônia, no Tribunal de Justiça, na Capital.

O encontro tem a coordenação da Gerência de Estratégia e Inteligência (GEI) da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

O encontro visa a qualificação continuada de agentes da área de inteligência de segurança pública, intercâmbio com demais órgãos de inteligência, ampliar e fortalecer a rede de colaboradores.

O secretário Antônio Carlos dos Reis lembrou que já trabalhou no setor de inteligência, destacando sua importância para subsidiar as demais forças de segurança, com as informações necessárias para o combate a criminalidade.

“Fico muito feliz de ver esse auditório lotado com profissionais de inteligência. Na época, éramos poucos policiais, sem a mínima estrutura. Se tivéssemos dado atenção antes ao setor de inteligência, hoje não teríamos tantos problemas em presídios e com organizações criminosas. Hoje a criminalidade está conectada e não podemos ficar atrás”, salientou Reis, reforçando a importância dos demais órgãos de inteligência que não medem esforços no compartilhamento das informações com a Sesdec.

Lindomar Bezerra, gerente de Estratégia e Inteligência, explicou que foi constituído um banco de dados só para a inteligência onde reúne todas as informações de interesse da secretaria de segurança e centralizado na Gerência de Inteligência.

“Esses dados vão servir para subsidiar os delegados, bem como, policiais civis e militares nas ações preventivas e repressivas onde deve melhorar o policiamento, e solucionar problemas antes mesmo que ele ocorra”, citou Bezerra.

No encontro também foi tratado do Sistema Estadual de Inteligência de Segurança Pública (Seisp), que serve para alimentar e processar esses dados e informações. O programa ainda não está finalizado, podendo ser modificado e aprimorado.

“Quando cheguei ao setor de inteligência não tínhamos um banco de dados com as informações. Hoje estamos deixando de legado essa central de dados com mais de 20 milhões de informações. Isso são informações de fonte fechada. Quem poderá acessar serão policiais do setor de inteligência de todas as forças de segurança do estado”, explicou o gerente de Inteligência.

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