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Vereadores de Vilhena reivindicam asfalto em acesso à cooperativa

O presidente da Câmara de Vereadores de Vilhena, Adilson de Oliveira (PSDB), junto com o vereador Samir Ali (PSDB), mesmo no recesso parlamentar, conseguiram conciliar um espaço na agenda do deputado estadual Luizinho Goebel e do deputado federal Expedito Neto (PSD) para levar as reivindicações da Cooperativa de Transportes de Rondônia – CTR com sede em Vilhena.

A cooperativa tem como presidente Jorge Roberto Baumgratez, o “Marreta”, e atende a 200 filiados com mais de 600 caminhões, chegando a movimentar 1,2 milhão litros de combustivel por mês nessa época de safra, aliado à venda de pneus, gera uma considerável quantia de imposto que é revertido para o cidadão vilhenense.

Adilson deu início à reunião, na manhã desta segunda-feira (23), explicando à necessidade de asfaltar o trecho compreendido entre a BR-364 e a sede da CTR por onde trafegam em média de 300 a 500 caminhões por dia, o valor da obra é orçado em R$ 3 milhões. “São menos de 3 mil metros de asfalto que trarão um benefício imenso aos transportadores ao poupá-los de atolar no barro, na época chuvosa, e de não sofrer com a poeira, na época da seca. O asfalto deve ser de altíssima qualidade e resistente devido à carga dos caminhões que trafegam por aqui. O trecho asfaltado deve sair do posto União e passa pela Zoche Baterias, que agora exporta e além de vender a bateria vende a matéria prima, mas não consegue expandir por falta de certificação ISO que não sai devido á falta de pavimentação. Venho brigando há tempos pelo asfaltamento e já tivemos várias reuniões onde sempre foi prometido e nada, mas agora vejo que a obra vai acontecer”, enfatizou o presidente.

Compromisso

Por sua vez, o deputado Luizinho Goebel se comprometeu com aportar um R$ 1 milhão, um terço do valor da obra, para a construção do asfalto. “No meu mandato já ajudei o CTR em outras reivindicações como a do IPVA e situação tributária. Agora são menos de 3 mil metros de asfalto e darei minha contribuição”, explicou o deputado.

“Esse asfalto é uma reivindicação antiga, desde 2005 quando construímos a sede. A Cooperativa virou um ponto de referência para negociação de frete. No trecho, já colocamos 5 caminhões de cascalho porque aqui estava intrafegável. Estamos gerando imposto com o combustível e com os pneus, então o asfalto é uma atribuição do poder público. A Cooperativa sobrevive com uma margem mínima de combustível para poder manter. Na chuva é um barreiro e na poeira é difícil também.”, desabafou Marreta, presidente da cooperativa.

Caçamba

O deputado federal Expedito Neto se comprometeu em entregar uma pá carregadeira e uma caçamba para que a cooperativa vá realizando paliativos até a concretização do asfalto. E propôs agendar uma reunião entre o Adilson de Oliveira com os ministro de Agricultura Blairo Borges Maggi e o ministro de Transportes Maurício Quintella Lessa. Junto com o deputado Luizinho Goebel discutirão com diretor geral do DER, Ezequiel Neiva, para dividir o valor da obra.

“Aproveito a ocasião para reivindicar o asfaltamento da estrada de Juína. Não devemos esquecer que a rodovia BR-174 é de suma importância para Vilhena devido à produção de Juína e Juruena que quer expandir, são 240 km de distância, mas nós temos que dar a volta fazendo 600 km por Sapezal, devido à falta de asfalto. O Blairo Maggi, ministro da Agricultura, gasta de 20 a 30 reais a mais de custo por tonelada para o transporte acontecer e chegar a Porto Velho. Os produtores querem plantar no norte do Mato Grosso, mas o frete fica encarecido devido à falta de asfalto. São de 30 a 40 caminhões por dia e o custo fica encarecido. O asfaltamento da BR-174 fomentaria a economia de Vilhena e a tornaria um polo universitário, já que no lugar de estudar em Cuiabá, os estudantes migrariam para Vilhena”, ponderou o presidente Adilson.

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