Browse By

Ônibus em Porto Velho. Será uma herança maldita?

Insatisfação é geral quando se trata de transporte coletivo em Porto Velho. Quando assumiu a prefeitura, em 2013, Mauro Nazif trazia da campanha uma promessa que empolgava muita gente: mudar de vez, para melhor, os ônibus da cidade.

Pois sim, a promessa foi parcialmente cumprida. Mudar, mudou, mas não para melhor. Depois de uma confusão para romper um contrato com duas empresas que prestavam o serviço, sob a justificativa que o contrato havia caducado, Nazif apareceu com um processo de licitação emergencial que era a sua cara: enrolado e lerdo.

Isso, porque a licitação foi vencida por uma empresa de São Paulo que nunca deu as caras em Rondônia. Enrolou, enrolou e foi cancelado.

Mais rolo….

Depois disso, Nazif, continuando o mesmo Dr Nazif de sempre, fez outro rolo que parece não ter dado certo: um contrato emergencial com um consórcio de duas empresas (uma de Rondônia e outra do Amapá).

As promessas – mais uma vez elas – era bem legais: ônibus com internet, GPS, articulados, com frequência de Primeiro Mundo. Só Que Não…

A falta de experiência no setor, além da pequena quantidade de veículos, da empresa de Rondônia, somou-se com a “vocação” da empresa do Amapá de se meter em confusões com o Ministério Público e com a Polícia Federal (coisas como fraude em licitação pública e afins). O resultado não podia ser outro: as promessas de melhorias do serviço de transporte coletivo de Porto Velho logo se tornaram mais um capítulo da confusão e enrolação que tinham a cara da administração Nazif.

Seis por meia dúzia…

Em recente série de reportagem da Rede TV, ficou claro, através de entrevistas com usuários do sistema SIM de Porto Velho, que a coisa toda não havia melhorado nada. Esperas de mais de uma hora, duas horas, por um ônibus em determinadas linhas nos bairros. Nada de ar-condicionado, nada de internet, nada de GPS. Os passageiros deveriam se contentar com bancos e pneus…

Por fim, a herança do título

No final das contas, sobra para o Dr Hildon, que tem problemas de sobra para resolver, tentar desatar esse nó. O imbróglio do transporte coletivo de Porto Velho é a herança maldita que o tucano recebe de presente.

FGTS.

Quem tem dinheiro parado em contas inativas do FGTS, é melhor ficar de olho no calendário de saques. O dinheiro parado no Fundo de Garantia rende quase nada. É pior que poupança, pior que qualquer investimento que exista. Vale a pena colocar a mão no dinheiro, nem que seja para fazer outro tipo de investimento ou – quem sabe – quitar aquele cartão de crédito que não para de subir…

Armas de fogo.

Em apenas um dia, na Capital, a PM conseguiu apreender quatro revólveres e colocar seus donos no xilindró. A maioria tinha passagem na polícia. O tal de desarmamento funcionou mesmo?

Charge: Nani

Deixe uma resposta