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Reeducandos confeccionam mais de dois mil uniformes

Os reeducandos que trabalham na Fábrica de Bolas da Penitenciária Estadual Ênio dos Santos Pinheiro, em Porto Velho, confeccionaram em junho mais de 2 mil camisetas para unidades prisionais da Capital. A produção foi realizada em três semanas por nove internos do Projeto Pintando a Liberdade.

“Quando recebemos a demanda, a equipe se empenhou bastante e ficamos animados. Para nós é muito bom receber  trabalho. É uma oportunidade a mais, não ficamos parados. Temos muita satisfação em entregar o material. Com isso temos a oportunidade de ressocialização com o trabalho” disse o gerente do ateliê, José Madson.

As camisetas brancas vestirão os apenados de quatro unidades prisionais da Capital, padronizando a vestimenta dos apenados nas unidades.

A mão de obra específica do reeducando possui o diferencial com a produção realizada em máquinas para costura reta e em overloque.

Todos os reeducandos que participam do Projeto Pintando a Liberdade são capacitados com o objetivo de sair do sistema, ao cumprimento da pena, com uma qualificação e expectativa de trabalho na sociedade. “O reeducando é reinserido a partir de um processo de aprendizagem, onde na sociedade ele vai comercializar o que aprendeu a fazer”, ressaltou Elias Rodrigues, coordenador do projeto.

Para a diretora do presídio provisório, Andrea Cardoso de Oliveira, os uniformes ajudarão na segurança na unidade. O diretor da Penitenciária Ênio Pinheiro, Douglas Alves Bezerra, destacou a importância da identificação do apenado: “Durante a visita, os familiares vêm com roupas comuns. Com os apenados uniformizados, já se evita problemas na identificação”.

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